Ricardo Costa eleito presidente da Federação Distrital de Braga do PS

Numa eleição disputada entre dois vimaranenses, o vereador municipal obteve uma diferença superior a mil votos face a Sérgio Castro Rocha, tendo também obtido mais votos em Guimarães.

Photo of author

Ricardo Costa é o novo presidente da Federação Distrital de Braga do Partido Socialista, sucedendo a Liliana Matos Pereira, que assumiu o cargo após Victor Hugo Salgado, o anterior presidente a ser eleito ter perdido a confiança política da liderança do PS, então exercida por Pedro Nuno Santos, por causa do alegado envolvimento num caso de violência doméstica.

Candidato do PS às Eleições Autárquicas de 2025 e vereador municipal, Ricardo Costa obteve “mais de mil votos” de diferença face ao outro candidato, o também vimaranense Sérgio Castro Rocha, que foi presidente da Junta de Freguesia de Ponte entre 2013 e 2025, presidente do Conselho de Administração da Vitrus entre 2017 e 2025 e exerce hoje o cargo de secretário da Comunidade Intermunicipal do Ave.

Entre os militantes da concelhia de Guimarães, Ricardo Costa, da lista A, obteve 898 votos e Sérgio Castro Rocha, da lista B, 611 votos. Dos 14 concelhos do distrito, Ricardo Costa venceu em 12, com Sérgio Castro Rocha a levar a melhor em Vizela e na Póvoa de Lanhoso.

Licenciado em Filosofia e em Economia e Gestão Empresarial pela Universidade do Porto – com MBA e pós-graduações em Finanças e Fiscalidade, Ricardo Costa foi vereador municipal com pelouros entre 2013 e 2021: Departamento Financeiro, Financiamentos, Sistemas de Informação Inteligentes, Desporto, Fiscalização, Contraordenações, Polícia Municipal e Desenvolvimento Económico.

Basquetebol: Vitória SC comunica quatro ausências para a primeira jornada

Devido a atrasos relacionados com a documentação, o emblema vimaranense não contará com Jordan Longino, Duncan Alevok, Michael Houge e Kaleb Warner na deslocação ao reduto do CAB Madeira deste sábado.

Contextile: Ai Weiwei passou por Guimarães para expor visão antiguerra

Trio de obras para a bienal de arte têxtil incorpora mensagem de oposição às guerras, como a da Ucrânia, e evoca crises de refugiados da década passada, também presentes no documentário exibido.